QUEM LÊ FICA SABENDO.

October 21, 2017

Novo Centro de Convenções terá porte para grandes eventos



Com anúncio oficial programado para a segunda-feira (21) pela prefeitura de Salvador, o novo Centro de Convenções que será instalado na área do antigo Aeroclube, na Boca do Rio, abrigará grandes eventos.
Fontes do BNews informaram que o local, pensado para fortalecer o turismo na cidade, está sendo projetado para receber feiras, eventos, congressos e grandes shows.
Procurado, o secretário de turismo do estado da Bahia, José Alves informou que no momento não irá comentar o assunto. “Vamos ver o que será mesmo”, resumiu.

(BNews)
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Programa Primeiro Emprego vai atender em Caturama, Macaúbas e Boquira



O Programa Primeiro Emprego vai visitar alunos egressos da rede estadual de ensino técnico em todo o território baiano. A equipe de monitoramento da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem) vai percorrer mais de 1200 quilômetros para prestar atendimento nas cidades de Caturama, Macaúbas e Boquira.
Os contratados também receberão fardamento e terão suas carteiras de trabalho assinadas. Os novos beneficiários também serão chamados para fazerem parte do programa.
A presidente da Flem, Maria Quitéria, afirmou que já são mais de 1300 egressos inseridos no mercado de trabalho e logo a marca vai chegar a 1500 em toda a Bahia.
Para dúvidas  ou mais esclarecimentos, um sistema de call center está à disposição nos números (71) 3103-7567 ou 3103-7587.

(BNews)
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14BPM - PRISÕES POR RECEPTAÇÃO DE VEÍCULO ROUBADO OSTENTANDO PLACA FRIA E POR FURTO DE ANIMAIS EM PROPRIEDADE RURAL NO MUNICÍPIO DE ARATUIPE

Informo a V. S. que no dia 20 de outubro do ano de 2017, (sexta-feira), por volta das 22h30, as guarnições de serviço de Aratuipe e Nazaré, Palmas 8.1415 e 8.1439 estavam realizando patrulhamento no cumprimento da "Operação Nazaré em Paz ", quando nas proximidades do Trevo de Aratuipe, os policiais se depararam com um veículo marca Chevrolet, modelo Ônix, cor branca, placa PKA5490, licença de Salvador com vidros escuros, em atitude suspeita. Ao se aproximar para abordagem, o condutor notou aproximação policial e empreendeu fuga, ocorrendo acompanhamento do veículo, sendo alcançado e abordado no município de Nazaré. Que no interior do veículo foram encontrados 03 (três) animais, os quais foram subtraídos de uma propriedade rural no município de Aratuipe. Ao realizar consulta através do Sistema do DETRAN constatou que a placa ostentada era fria, e ao realizar nova consulta pela numeração do chassi, constatou que o veículo era produto de roubo, cuja placa original OZI3790, licença de Simões Filho. Que foram presos 03 (três) envolvidos identificados como: JOÃO PAULO DE JESUS SANTOS, 32 anos, RAIMUNDO BOMFIM SOUZA COSTA FILHO, 31 anos e MÁRCIO LIMA DA SILVA, 18 anos*, os quais foram apresentados na delegacia de Santo Antonio de Jesus para adoção das medidas cabíveis. 


Marcio Lima da Silva , 18,Anos

Raimundo Bonfim Souza Costa Filho, 31 anos

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FOTOS: Confira imagens do show de Paul McCartney em Salvador

Beatle se apresentou na noite desta sexta-feira (20) na Arena Fonte Nova. Show encerrou turnê brasileira, que passou também por Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte.  (G1)



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Travessia Salvador-Mar Grande faz parada de 2h por causa da maré baixa


A travessia marítima Salvador-Mar Grande fará uma parada às 9h deste sábado (21), por conta da maré baixa, que desde segunda-feira (16) vem prejudicando a travessia, que é o principal meio de transporte utilizado pela população da cidade de Vera Cruz no deslocamento para a capital baiana. O funcionamento do serviço será retomado às 11h, duas horas depois.
De acordo com informações da Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia (Astramab), a parada é necessária porque com a maré baixa, as embarcações ficam impedidas de atracar no Terminal de Vera Cruz porque o canal dispõe de profundidade suficiente.
Neste sábado, o sistema começou a operar às 5h, com oito embarcações. Até as 9h, as viagens são realizadas a cada 30 minutos. A partir das 11h, os horários de saída podem ser de 15 em 15 minutos, caso ocorra concentração de passageiros nos terminais, segundo a Astramab.
Saindo de Salvador, o sistema funcionará até às 19h30 neste sábado. Já de Mar Grande para a capital, a última viagem do dia será às 18h30.
A linha Salvador-Morro de São Paulo opera normalmente neste sábado. Os horários oferecidos, saindo de Salvador, são às 8h30, 9h, 10h30, 13h e 14h30. A viagem direta entre a capital baiana e o Morro dura entre 2h e 2h20.
As escunas do tradicional “Passeio às Ilhas” também operam normalmente e com procura moderada. O tour pela Baía de Todos-os-Santos inclui paradas na Ilha dos Frades e em Itaparica. A passagem custa R$ 50. A saída começa a partir das 9h e o retorno a Salvador acontece às 17h30. (G1)
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Geddel diz à PF que Temer o indicou para a Caixa Econômica Federal



Em depoimento dado à Polícia Federal em julho deste ano, o ex-ministro Geddel Veira Lima (PMDB) afirmou que foi indicado em 2011 para o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa pelo então vice-presidente Michel Temer (PMDB). 
Geddel disse que assumiu o cargo por indicação da presidência do PMDB, que na época era exercida pelo hoje presidente da República. 
Ele negou qualquer participação dos então deputados federais peemedebistas Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves na indicação. 
O depoimento foi concedido em 20 de julho, uma semana depois de o ex-ministro ter sido autorizado pelo Tribunal Regional Federal a deixar a Penitenciária da Papuda para cumprir prisão domiciliar. 
Geddel havia sido preso no dia 3 de julho pela PF no âmbito da Operação Cui Bono?, que investiga suposto esquema de corrupção na Caixa nos anos de 2011 a 2013 –anos em que ocupou o cargo no banco. 
No depoimento, ele negou ter cometido irregularidades e disse que não recebeu "nenhuma vantagem indevida" por sua atuação no cargo, tendo recebido apenas seu salário no período. 
Também negou que tenha passado informações privilegiadas para interlocutores como Cunha e que as informações "eventualmente demandadas" pelo deputado "não alteravam o curso natural das operações de crédito". 
"UM ABRAÇO" 
Geddel confirmou que se encontrou com Lúcio Funaro no hangar da empresa Aero Star, em Salvador. 
Afirmou ter recebido ligação do doleiro, que teria dito que o seu avião estava fazendo uma parada técnica e que queria dar um abraço no então vice-presidente da Caixa. 
O ex-ministro saiu de sua casa na praia em Camaçari e foi até o aeroporto de Salvador para "dar um abraço" no doleiro, um trajeto de 23 km feito em cerca de 35 minutos. 
Geddel diz que os dois conversaram sobre "amenidades". Em sua delação, Funaro dá outra versão: afirma que o hangar era usado para fazer repasses de dinheiro de propina ao peemedebista. 
O ex-ministro afirmou que, naquela ocasião, conheceu Raquel Pitta, mulher de Funaro. Em depoimento à PF, Raquel afirmou que foi pressionada com ligações de Geddel, que a sondava sobre a possibilidade de o doleiro firmar delação premiada. O peemedebista nega pressão. 
Afirmou ainda que encontrou Funaro outras vezes em São Paulo, Brasília e Salvador "circunstancialmente". 
Geddel foi questionado ainda sobre a suspeita de que teria enviado seu assessor Gustavo Ferraz para se encontra em São Paulo com Altair Alves Pinto, assessor de Eduardo Cunha, para buscar remessas de dinheiro. 
O peemedebista afirmou que não tinha "nenhuma recordação" de ter enviado um interlocutor de nome "Gustavo" para encontrar Altair. Preso em setembro após a descoberta de umbunker num apartamento em Salvador com R$ 51 milhões, Gustavo, um dos auxiliares mais próximos de Geddel, disse à polícia que foi a São Paulo buscar dinheiro para o chefe. (BNews)
 
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Coordenadora que evitou tragédia maior em Goiânia presta depoimento à polícia

O pai do adolescente que abriu fogo contra colegas em uma escola de Goiânia na manhã desta sexta-feira (20), foi ouvido de forma preliminar pelo delegado do caso agora à noite. A coordenadora do colégio também prestou depoimento. Ela foi a responsável por acalmar o adolescente após o ataque que deixou dois mortos e quatro feridos no Colégio Goyazes, no bairro Conjunto Riviera.
Ao sair da sala após efetuar os disparos, o estudante encontrou a coordenadora da escola que começou a acalmá-lo. Ele chegou a apontar a arma contra a própria cabeça, mas a coordenadora conseguir evitar o suicídio e convenceu o estudante a esperar a polícia com ela na biblioteca da escola. O adolescente foi apreendido em flagrante delito e segue sob custódia do estado.
No depoimento que prestou durante a tarde, o autor dos disparos, um adolescente de 14 anos, disse que foi motivado por bullying e que se inspirou nos casos da escola de Columbine (ocorrido em 1999, nos Estados Unidos), e de Realengo (em 2011, no Rio de Janeiro). Há cerca de três meses, ele teria começado a pesquisar informações sobre esses ataques a estudantes na internet. Ele afirmou que começou a planejar a ação há três dias e que teria chegado a desistir.
Os dois policiais militares que foram os primeiros a chegar no local também foram ouvidos. O delegado Luiz Gonzaga, da Delegacia de Apuração de Atos Infracionais da Polícia Civil de Goiás, vai retomar os depoimentos na segunda-feira. Familiares e professores da escola devem ser ouvidos.
As vítimas
Os dois estudantes que morreram no local do ataque tinham 13 anos. Um dos jovens, segundo o autor dos disparos, era quem praticava o bullying contra ele. Os quatro feridos, que continuam internados, todos têm 13 anos de idade. Uma adolescente está em estado gravíssimo. Ela foi atingida por três disparos: um na mão, um no pescoço e outro no tórax. A menina passou por cirurgia para drenagem do tórax. A outra menina ferida teve um pulmão perfurado e também foi submetida a procedimento cirúrgico, mas está estável e respira sem ajuda de aparelho.
A terceira vítima, do sexo masculino, está estável e segue em avaliação. Os três estão internados no Hospital de Urgências de Goiânia e as informações sobre o estado de saúde deles foram divulgadas pelo diretor técnico do hospital, Ricardo Furtado Mendonça, no fim da tarde desta sexta-feira. A quarta vítima, também um menino, não teve o boletim médico divulgado.
O ataque
O ataque ocorreu por volta das 11h30. A arma usada foi uma pistola que pertencia à mãe do adolescente, que é policial militar. O jovem disse que achou a pistola escondida em um móvel da casa. Nem a mãe nem o pai, que também é policial militar, ensinaram o adolescente a atirar.
Ao retirar a arma da mochila para começar o ataque, ele chegou a efetuar um disparo acidental, mas não se feriu. O disparou assustou a todos e, então o adolescente se dirigiu ao colega que ele identificava como seu desafeto e atirou. O estudante tinha 13 anos e morreu no local. No depoimento, o autor dos disparos narrou que tinha intenção de matar apenas o colega que o “amolava”, mas no momento do ataque, diante do desespero das pessoas e também abalado, continuou atirando. A segunda vítima fatal, que faleceu no local, era seu amigo.
Por volta das 11h48, gravações de áudio já circulavam nos grupos de whatsapp de pais de alunos e funcionários do colégio avisando sobre a tragédia e pedindo que ninguém fosse para o colégio. Era o horário de saída do turno da manhã e alguns pais já chegavam ao local para buscar os filhos.
Repercussão e investigação
Durante a tarde, o governo de Goiás decretou luto oficial de três dias “em solidariedade a todos os envolvidos no lamentável acontecimento", conforme nota. Dirigentes das secretarias de Segurança Pública e de Saúde se reuniram com o governador em exercício de Goiás, José Eliton. Eles afirmaram que deve ser nomeada uma equipe multidisciplinar para acompanhar as famílias das vítimas.
A Polícia Civil periciou o local do ataque durante a tarde e também realizou busca e apreensão na casa do adolescente autor do disparos. O delegado não quis informar o que foi apreendido para preservar a investigação. Os nomes dos jovens envolvidos também não foram divulgados para preservar as famílias.
Vizinhos, ex-alunos e parentes de estudantes fazem uma vigília em frente ao colégio na noite desta sexta-feira. Cerca de 80 pessoas acenderam velas e depositaram flores no local. O colégio funciona no bairro há cerca de 25 anos com turmas do maternal até o nono ano do ensino fundamental.     O pai do adolescente que abriu fogo contra colegas em uma escola de Goiânia na manhã desta sexta-feira (20), foi ouvido de forma preliminar pelo delegado do caso agora à noite. A coordenadora do colégio também prestou depoimento. Ela foi a responsável por acalmar o adolescente após o ataque que deixou dois mortos e quatro feridos no Colégio Goyazes, no bairro Conjunto Riviera.
Ao sair da sala após efetuar os disparos, o estudante encontrou a coordenadora da escola que começou a acalmá-lo. Ele chegou a apontar a arma contra a própria cabeça, mas a coordenadora conseguir evitar o suicídio e convenceu o estudante a esperar a polícia com ela na biblioteca da escola. O adolescente foi apreendido em flagrante delito e segue sob custódia do estado.
No depoimento que prestou durante a tarde, o autor dos disparos, um adolescente de 14 anos, disse que foi motivado por bullying e que se inspirou nos casos da escola de Columbine (ocorrido em 1999, nos Estados Unidos), e de Realengo (em 2011, no Rio de Janeiro). Há cerca de três meses, ele teria começado a pesquisar informações sobre esses ataques a estudantes na internet. Ele afirmou que começou a planejar a ação há três dias e que teria chegado a desistir.
Os dois policiais militares que foram os primeiros a chegar no local também foram ouvidos. O delegado Luiz Gonzaga, da Delegacia de Apuração de Atos Infracionais da Polícia Civil de Goiás, vai retomar os depoimentos na segunda-feira. Familiares e professores da escola devem ser ouvidos.
As vítimas
Os dois estudantes que morreram no local do ataque tinham 13 anos. Um dos jovens, segundo o autor dos disparos, era quem praticava o bullying contra ele. Os quatro feridos, que continuam internados, todos têm 13 anos de idade. Uma adolescente está em estado gravíssimo. Ela foi atingida por três disparos: um na mão, um no pescoço e outro no tórax. A menina passou por cirurgia para drenagem do tórax. A outra menina ferida teve um pulmão perfurado e também foi submetida a procedimento cirúrgico, mas está estável e respira sem ajuda de aparelho.
A terceira vítima, do sexo masculino, está estável e segue em avaliação. Os três estão internados no Hospital de Urgências de Goiânia e as informações sobre o estado de saúde deles foram divulgadas pelo diretor técnico do hospital, Ricardo Furtado Mendonça, no fim da tarde desta sexta-feira. A quarta vítima, também um menino, não teve o boletim médico divulgado.
O ataque
O ataque ocorreu por volta das 11h30. A arma usada foi uma pistola que pertencia à mãe do adolescente, que é policial militar. O jovem disse que achou a pistola escondida em um móvel da casa. Nem a mãe nem o pai, que também é policial militar, ensinaram o adolescente a atirar.
Ao retirar a arma da mochila para começar o ataque, ele chegou a efetuar um disparo acidental, mas não se feriu. O disparou assustou a todos e, então o adolescente se dirigiu ao colega que ele identificava como seu desafeto e atirou. O estudante tinha 13 anos e morreu no local. No depoimento, o autor dos disparos narrou que tinha intenção de matar apenas o colega que o “amolava”, mas no momento do ataque, diante do desespero das pessoas e também abalado, continuou atirando. A segunda vítima fatal, que faleceu no local, era seu amigo.
Por volta das 11h48, gravações de áudio já circulavam nos grupos de whatsapp de pais de alunos e funcionários do colégio avisando sobre a tragédia e pedindo que ninguém fosse para o colégio. Era o horário de saída do turno da manhã e alguns pais já chegavam ao local para buscar os filhos.
Repercussão e investigação
Durante a tarde, o governo de Goiás decretou luto oficial de três dias “em solidariedade a todos os envolvidos no lamentável acontecimento", conforme nota. Dirigentes das secretarias de Segurança Pública e de Saúde se reuniram com o governador em exercício de Goiás, José Eliton. Eles afirmaram que deve ser nomeada uma equipe multidisciplinar para acompanhar as famílias das vítimas.
A Polícia Civil periciou o local do ataque durante a tarde e também realizou busca e apreensão na casa do adolescente autor do disparos. O delegado não quis informar o que foi apreendido para preservar a investigação. Os nomes dos jovens envolvidos também não foram divulgados para preservar as famílias.
Vizinhos, ex-alunos e parentes de estudantes fazem uma vigília em frente ao colégio na noite desta sexta-feira. Cerca de 80 pessoas acenderam velas e depositaram flores no local. O colégio funciona no bairro há cerca de 25 anos com turmas do maternal até o nono ano do ensino fundamental.   O pai do adolescente que abriu fogo contra colegas em uma escola de Goiânia na manhã desta sexta-feira (20), foi ouvido de forma preliminar pelo delegado do caso agora à noite. A coordenadora do colégio também prestou depoimento. Ela foi a responsável por acalmar o adolescente após o ataque que deixou dois mortos e quatro feridos no Colégio Goyazes, no bairro Conjunto Riviera.
Ao sair da sala após efetuar os disparos, o estudante encontrou a coordenadora da escola que começou a acalmá-lo. Ele chegou a apontar a arma contra a própria cabeça, mas a coordenadora conseguir evitar o suicídio e convenceu o estudante a esperar a polícia com ela na biblioteca da escola. O adolescente foi apreendido em flagrante delito e segue sob custódia do estado.
No depoimento que prestou durante a tarde, o autor dos disparos, um adolescente de 14 anos, disse que foi motivado por bullying e que se inspirou nos casos da escola de Columbine (ocorrido em 1999, nos Estados Unidos), e de Realengo (em 2011, no Rio de Janeiro). Há cerca de três meses, ele teria começado a pesquisar informações sobre esses ataques a estudantes na internet. Ele afirmou que começou a planejar a ação há três dias e que teria chegado a desistir.
Os dois policiais militares que foram os primeiros a chegar no local também foram ouvidos. O delegado Luiz Gonzaga, da Delegacia de Apuração de Atos Infracionais da Polícia Civil de Goiás, vai retomar os depoimentos na segunda-feira. Familiares e professores da escola devem ser ouvidos.
As vítimas
Os dois estudantes que morreram no local do ataque tinham 13 anos. Um dos jovens, segundo o autor dos disparos, era quem praticava o bullying contra ele. Os quatro feridos, que continuam internados, todos têm 13 anos de idade. Uma adolescente está em estado gravíssimo. Ela foi atingida por três disparos: um na mão, um no pescoço e outro no tórax. A menina passou por cirurgia para drenagem do tórax. A outra menina ferida teve um pulmão perfurado e também foi submetida a procedimento cirúrgico, mas está estável e respira sem ajuda de aparelho.
A terceira vítima, do sexo masculino, está estável e segue em avaliação. Os três estão internados no Hospital de Urgências de Goiânia e as informações sobre o estado de saúde deles foram divulgadas pelo diretor técnico do hospital, Ricardo Furtado Mendonça, no fim da tarde desta sexta-feira. A quarta vítima, também um menino, não teve o boletim médico divulgado.
O ataque
O ataque ocorreu por volta das 11h30. A arma usada foi uma pistola que pertencia à mãe do adolescente, que é policial militar. O jovem disse que achou a pistola escondida em um móvel da casa. Nem a mãe nem o pai, que também é policial militar, ensinaram o adolescente a atirar.
Ao retirar a arma da mochila para começar o ataque, ele chegou a efetuar um disparo acidental, mas não se feriu. O disparou assustou a todos e, então o adolescente se dirigiu ao colega que ele identificava como seu desafeto e atirou. O estudante tinha 13 anos e morreu no local. No depoimento, o autor dos disparos narrou que tinha intenção de matar apenas o colega que o “amolava”, mas no momento do ataque, diante do desespero das pessoas e também abalado, continuou atirando. A segunda vítima fatal, que faleceu no local, era seu amigo.
Por volta das 11h48, gravações de áudio já circulavam nos grupos de whatsapp de pais de alunos e funcionários do colégio avisando sobre a tragédia e pedindo que ninguém fosse para o colégio. Era o horário de saída do turno da manhã e alguns pais já chegavam ao local para buscar os filhos.
Repercussão e investigação
Durante a tarde, o governo de Goiás decretou luto oficial de três dias “em solidariedade a todos os envolvidos no lamentável acontecimento", conforme nota. Dirigentes das secretarias de Segurança Pública e de Saúde se reuniram com o governador em exercício de Goiás, José Eliton. Eles afirmaram que deve ser nomeada uma equipe multidisciplinar para acompanhar as famílias das vítimas.
A Polícia Civil periciou o local do ataque durante a tarde e também realizou busca e apreensão na casa do adolescente autor do disparos. O delegado não quis informar o que foi apreendido para preservar a investigação. Os nomes dos jovens envolvidos também não foram divulgados para preservar as famílias.
Vizinhos, ex-alunos e parentes de estudantes fazem uma vigília em frente ao colégio na noite desta sexta-feira. Cerca de 80 pessoas acenderam velas e depositaram flores no local. O colégio funciona no bairro há cerca de 25 anos com turmas do maternal até o nono ano do ensino fundamental. (Agência Brasil)
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Liberdade de imprensa e proteção a jornalistas são debatidas na Alerj

Os recorrentes casos de agressões a jornalistas que cobrem manifestações de rua foram discutidos nesta sexta-feira (20), em uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O debate foi convocado pelo deputado Carlos Minc (sem partido), com as participações do deputado Gilberto Palmares (PT) e o vereador Leonel Brizola Neto (PSOL).
Foram convidados diversos jornalistas que atuam diretamente nas ruas e que deram depoimentos sobre casos de agressões sofridas, a grande maioria por policiais militares e seguranças privados, embora também aconteça, em menor escala, violência contra a imprensa praticada por alguns manifestantes.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro foi representado pela jornalista Beth Costa, que lembrou o papel desses profissionais na democracia. "Quando você agride um jornalista, é uma violência contra o direito humano de ter acesso à informação. Quando você intimida um jornalista, quem perde é a sociedade", disse Beth.
O jornalista Roger McNaught, do Tribuna da Imprensa Sindical, denunciou o quadro de violência crônica à liberdade de imprensa no Rio, praticada por parte da PM. “Existe um séquito de PMs que parecem estar acima da lei e se demonstram intocáveis. A quem eles servem? À população é que não é”, frisou o jornalista, que sugeriu a criação de um grupo na Alerj para monitorar essas situações.
A Polícia Militar (PM) foi representada pelo porta-voz da corporação, major Ivan Blaz. Segundo ele, existem crimes como incêndio e depredações, que ocorrem durante as manifestações, que precisam ser combatidos. “Não podemos tratar com eufemismos, ações criminosas. A letra fria da lei é quem me pauta”, disse Blaz, que se dispôs a formar um grupo de discussão com o Sindicato dos Jornalistas. Ele divulgou o número de WhatsApp da PM, que recebe reclamações e denúncias contra ações de policiais: (21) 97598-4593.
Edição: Davi Oliveira   Agência Brasil 
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Estudantes mortos em ataque a tiros em Goiânia serão enterrados neste sábado



Ataque a tiros deixou dois mortos e quatro feridos em escola em GoiâniaEFE/Marcello Dantas/Cortesia Jornal O Popular/Direitos reservado

Os corpos dos dois adolescentes mortos no ataque a tiros no Colégio Goyazes, em Goiânia, serão enterrados na manhã de hoje (21) em cemitérios da cidade. Os corpos foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) na noite de ontem (20) e estão sendo velados desde a madrugada.
Um dos sepultamentos ocorrerá às 10h no cemitério Parque Memorial, e o outro às 11, no Cemitério  Jardim das Palmeiras.
Os dois adolescentes foram mortos a tiros por um colega de classe que abriu fogo em sala de aula. Mais quatro adolescentes ficaram feridos e estão internados, um deles em estado gravíssimo. De acordo com as investigações, o adolescente autor do ataque, de 13 anos, agiu motivado por bullying e disse ter se inspirado nos casos de Columbine, nos Estados Unidos, e Realengo, no Rio de Janeiro, em que atiradores também abriram fogo dentro de escolas.
Na noite dessa sexta, pais de alunos, ex-alunos e vizinhos participaram de uma vigília em frente ao Colégio Goyazes, considerado tradicional na capital goiana e referência na capital.
Bom aluno e escola tradicional
A escola particular funciona há cerca de 25 anos no mesmo bairro, com turmas do maternal ao 9ª ano do ensino fundamental. De acordo com estudantes que estavam no local e não quiseram se identificar, vários dos alunos da turma vítima do ataque estão na escola desde a primeira infância.
Os dois filhos de Sandra Oliveira Santos foram alunos do colégio, um deles por dez anos. “Nós estamos dando força para a Tia Rose, para ela entender que estamos do lado dela”, disse a mãe dos ex-alunos. Tia Rose é o apelido da diretora do colégio.
Por conhecer os professores e a direção, Sandra acredita não ter havido negligência no caso de bullying relatado pelo adolescente. “A escola tem um sistema bem atualizado em pedagogia, os professores são preparados, a Tia Rose faz questão de trazer projetos inovadores, eu sou coparticipante desses projetos de educação, sei que não deixou de haver projeto de discussão de bullying”.
De acordo com o delegado do caso, Luiz Gonzaga, em conversas preliminares na tarde de sexta-feira, pais e professores relataram que o estudante autor dos disparos é bom aluno. “Conversei com o pai, com membros da escola, a coordenadora e professores, era um ótimo aluno, com ótimas notas, nada que denotasse uma prática de um crime tão grave”, afirmou. A relação com os pais, segundo o depoimento do estudante, também era boa.
“Este é um caso pontual, temos de entender como um caso pontual, o adolescente agiu com certeza em desequilíbrio emocional, talvez, como ele diz, inspirado em outras tragédias e, claro, segundo ele, motivado por um bullying de um colega específico. Ele resolveu matar esse colega”, relatou o delegado responsável por ouvir o adolescente, que foi atendido na presença de seu advogado. O pai dele também estava presente na oitiva e ambos confirmaram, sem detalhes, que o estudante já passou por tratamento psicológico.
O jovem também afirmou no depoimento que não procurou professores ou a coordenadora da escola para relatar a situação de bullying que sofria. Os professores confirmaram ao delegado que não receberam queixas deste tipo por parte do adolescente.
Todos os envolvidos devem ouvidos novamente pela polícia, inclusive o adolescente, que foi apreendido em flagrante delito, de acordo com o delegado do caso. O resultado da investigação será remetido para o Ministério Público.
Edição: Luana Lourenço     agenciabrasil
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October 20, 2017

INCAR e Itaipava promovem palestra Sobre Câncer de Mama

A convite da  Cervejaria Petrópolis (Itaipava)  unidade de Santo Antônio de Jesus, foi realizada no dia 19/10  uma palestra ministrada pelo Dr. Gilmar Mendes, representando o INCAR no seu projeto contínuo de ação social sobre o Câncer de Mama dentro das ações do Outubro Rosa . Na ocasião foram abordadas as definições do câncer e  fatores que influem no aparecimento da doença, tais como: idade acima de 40 anos, primeira gravidez e menopausa tardias, primeira menstruação precoce, antecedente pessoal de câncer, antecedentes familiares de primeiro grau (mãe, irmã e filha). A prevenção foi o foco central da abordagem, principalmente diante da informação  que o diagnóstico precoce aumenta em mais de 90% as chances de cura, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). O público, em sua maioria homens, foi também orientado de forma bastante salutar a estimular a prevenção  entre suas esposas e demais familiares, através do auto-exame, e de consultas regulares ao mastologista.



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