Técnico do Bahia explica mudanças no time, situação de Kayke e diz porque não utilizou Régis

    Com a queda do técnico Guto Ferreira, o auxiliar fixo do Bahia, Cláudio Prates foi o responsável por comandar o Bahia na partida contra o Paraná. Mas apesar de algumas mudanças de peças e até táticas feitas por ele, o tricolor voltou a perder fora de casa e novamente sem marcar gols. Em entrevista coletiva após o jogo, Prates explicou as mudanças na escalação inicial e fez uma leitura do jogo.
    “A gente estava sem opções de atacantes. Durante a semana, treinamos exatamente para poupar um pouquinho o Zé, o Élber e o Vinícius. Então, com o balanço de três volantes a gente poderia fazer esse tripé e liberar mais os três, por que a gente precisava atacar. Eu fiquei muito satisfeito com o primeiro tempo, acho que funcionou bem, a gente teve chances de finalizar, novamente finalizamos mais que o adversário, mas não adianta. A gente realmente está com pouco poder ofensivo. Nos cobramos muito dentro do vestiário em relação a isso. No geral, eu sei que é lamentável. De novo, uma derrota, e a gente espera agora adquirir os três pontos como a gente tem feito dentro de casa”, afirmou.
    Após reclamar da ausência de poder ofensivo, o treinador foi questionado sobre a situação do centroavante Kayke, que sequer foi relacionado para o duelo.
    “A gente que participa do dia a dia sabe as condições dos atletas. O Kayke essa semana esteve três dias no DM e por critérios ele não vinha sendo usado. Então, é um atleta que tem contrato, pode vir a ser usado na hora que a gente precisar, só que para esse momento, tinha jogadores à frente. Mesmo que a gente sentisse falta do nove, tinha jogadores à frente porque ele estava lesionado. Testamos até o Geovane Itinga, mas o Ítalo foi o 9 aqui, participou bem e o Itinga também essa semana teve alguns problemas físicos. Então, pode ter certeza que a gente tentou fazer o melhor e trouxe o melhor dentro dos critérios”, declarou.
    Cláudio também respondeu por que preferiu utilizar os atletas do Sub-23, Ítalo e Fernandinho, além do meia Allione, ao invés de Régis, que costuma entrar bem em algumas partidas no segundo tempo.
    “O campo. São coisas que prejudicam muito Régis. Ele também é um cara de velocidade, no sentido de arrastar a bola, se o Zé que têm muito mais força física estava com dificuldade, a ideia era colocar um pouco mais de articulação e os dois atacantes. O Mena está fazendo muito bem essa linha de três na frente, então a substituição era essa, só que a gente errou o gol e tomou o gol. Então eu tinha que me lançar um pouquinho mais, tinha que agredir. Ítalo e Fernandinho são dois atacantes incisivos e o Allione, por dentro, que podia articular. Mas esses atletas tentaram, continua motivados e é muito bacana ouvir uma cobrança olho no olho, muito saudável, dentro do nosso vestiário, porque ninguém está satisfeito com a situação”, explicou.
      Por: Felipe Oliveira/EC Bahia

    Escrito por Folha de Noticias SAJ

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