Especialistas preveem eleições sem grandes renovações


    Numa eleição escassa de recursos, em que vigora a proibição das doações empresariais desde por parte do Supremo Tribunal Federal (STF), aliada a determinação de que 30%  dos recursos do fundo de dinheiro público sejam reservados para as campanhas de mulheres, especialistas políticos preveem um cenário de pouca renovação na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. 
    A tese se explica pelo fato de hoje,  com a minirreforma, o Congresso Federal dividir proporcionalmente a verba do fundo ao número de deputados de cada partido.
    O total é de R$ 1,716 bilhão a ser compartilhado entre os 35 partidos que participam do pleito, beneficiando, consequentemente, os que possuem mandatos e obrigando os novos na política a testarem caminhos alternativos, de forma a vislumbrar possibilidades de vitória.   
    Na Bahia, as costuras e impasses em torno da definição das coligações proporcionais nos principais grupos, mostram o verdadeiro clima de salve-se quem puder.  Na avaliação do cientista político, Joviniano Neto, o que pode surpreender são os novos nas chamadas chapinhas, compostas por partidos menores que colocaram um grande número de candidatos para garantir a eleição. Por: Fernanda Chagas

    Escrito por Folha de Noticias SAJ

    Seu Portal informativo, aqui você bem informado.