Marqueteiro de Lula e Haddad, Sidônio Palmeira apostará na nostalgia


Marqueteiro do PT na Bahia nas eleições em que Jaques Wagner e Rui Costa saíram vencedores, Sidônio Palmeira comandará a campanha do PT nacional na eleição deste ano. À frente da campanha de Lula e Haddad na corrida pelo Palácio do Planalto, Palmeira rejeita o rótulo de marqueteiro.
De acordo com reportagem do jornal Valor, o baiano de Vitória da Conquista que comanda a Leiaute Propaganda vai apostar na nostalgia durante a campanha. Em maio, com a mediação de Wagner, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, viajou até Salvador para convidar Sidônio para assumir a criação da campanha de Lula.
No entanto, como havia se comprometido com a campanha à reeleição do governador da Bahia, Rui Costa (PT), os sócios Carlos e Raul foram para o front. Mas Sidônio disse ao Valor que, se não houver mudança na cena eleitoral baiana, e Rui Costa se reeleger no primeiro turno como preveem as pesquisas, ele estará liberado para se juntar ao time no que, provavelmente, já terá se convertido na campanha de Fernando Haddad.
A criação do conceito e do slogan "o Brasil feliz de novo" leva a digital do publicitário. A campanha aposta na "saudade" dos eleitores, em tempos de crise, dos tempos de bonança dos governos de Lula de 2003 a 2010. 
Engenheiro civil de formação, com especialização em marketing na Cidade do México, Sidônio agrega o raciocínio lógico da engenharia, que aplica na interpretação de pesquisas, à capacidade criativa. Na avaliação do marqueteiro, Haddad "é um bom produto", porque é "simpático, tem boa entonação e fala direito". No entanto, não tem características de Lula e do governador Rui Costa: "cara de povo".
Sobre o deputado Jair Bolsonaro (PSL), que lidera as intenções de voto nos cenários sem Lula, Sidônio diz que ele acertou em cheio na estratégia do "exagero", a mesma adotada por Donald Trump para vencer a eleição americana em 2016. Após os revezes que sofreu nos debates, como o confronto com Marina Silva (Rede), Sidônio recomendaria a ele se preservar. "É melhor não falar mais para guardar o mito".   Por: Alô Alô Bahia/Reprodução

Escrito por Folha de Noticias SAJ

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