Vídeo: PMs são flagrados agredindo ambulantes com socos, chutes e golpes de cassetetes



Na madrugada deste domingo (19), policiais militares foram flagrados agredindo ambulantes durante ação conjunta com fiscais da refeitura e guardas-civis metropolitanos para coibir o comércio ilegal. O caso aconteceu na esquina das ruas Frei Caneca e Peixoto Gomide, em São Paulo, e as imagens foram gravadas por uma testemunha, que as compartilhou nas redes sociais, e foram divulgadas pelo portal G1. 
No vídeo, é possível ver um dos policiais dando socos, chutes e golpes de cassetetes em vendedores irregulares enquanto os imobilizam na frente de uma base comunitária móvel da Polícia Militar (PM). Imobilizadas e com as mãos para trás, as vítimas não esboçam reação contra os militares. Enquanto isso, os carrinhos delas, que transportavam bebidas em isopor, são apreendidos.
Em contato com o portal G1, a assessoria de imprensa da Polícia Militar informou que "não compactua com desvios de conduta" e que a Corregedoria da PM instaurou inquérito policial para apurar a atitude dos policiais envolvidos nas agressões aos camelôs. 
"A Polícia Militar não compactua com desvios de conduta. A unidade Correicional de Polícia Judiciária Militar e Disciplina do CPA/M-1 instaurou Inquérito Policial Militar para apurar a ocorrência. No caso específico, policiais militares participavam de uma ação conjunta com fiscais da Prefeitura e GCM para fiscalização de comercio ilegal na rua Peixoto Gomide, esquina com a rua Frei Caneca, quando os fiscais foram hostilizados por frequentadores e ambulantes e a PM interveio", informa a nota da corporação sobre o caso. (G1)
A vítima foi identificada como Francinaldo Ferreira Cândido, de 30 anos, conhecido como Jorginho, que é quem aparece sendo espancado enquanto está imobilizado. Ao  ele falou sobre o ocorrido. “Infelizmente a única oportunidade que a gente tem para trabalhar é como ambulante. Já fui atrás de emprego e deixei currículo, mas me ofereciam salário de R$ 800 para trabalhar e na venda de bebidas consigo pouco mais de R$ 2 mil por mês”, disse ao justificar o motivo que o levou ao comércio irregular. “Tenho filho menor de um casamento anterior para sustentar”. G1,

Escrito por Folha de Noticias SAJ

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