Bombeiros não sabem se Museu Nacional tinha certificado de segurança para funcionar

Dois dias depois do incêndio que atingiu o Museu Nacional e destruiu boa parte do seu acervo, o Corpo de Bombeiros ainda não sabia, nesta terça-feira (4), se o local tinha um certificado de segurança para funcionar. Procuravam, durante a tarde, em fichas de papel.
Por lei, os museus devem seguir uma série de exigências de segurança. Uma delas é o auto de vistoria , fornecido justamente pela corporação. Pouco antes do acidente, ficou definido que haveria um sistema de prevenção de incêndios. O auto de vistoria viria depois das obras necessárias.
“É um prédio histórico, é um prédio antigo, é uma situação que é uma realidade que existe. O que nós tínhamos, sim, juntamente com essa situação do BNDES é a tentativa de fazer um novo projeto e esse projeto abarcar todas as medidas de segurança possíveis”, afirmou Alexander Kellner, diretor do Museu.
ois dias depois do incêndio que atingiu o Museu Nacional e destruiu boa parte do seu acervo, o Corpo de Bombeiros ainda não sabia, nesta terça-feira (4), se o local tinha um certificado de segurança para funcionar. Procuravam, durante a tarde, em fichas de papel.
Por lei, os museus devem seguir uma série de exigências de segurança. Uma delas é o auto de vistoria , fornecido justamente pela corporação. Pouco antes do acidente, ficou definido que haveria um sistema de prevenção de incêndios. O auto de vistoria viria depois das obras necessárias.
“É um prédio histórico, é um prédio antigo, é uma situação que é uma realidade que existe. O que nós tínhamos, sim, juntamente com essa situação do BNDES é a tentativa de fazer um novo projeto e esse projeto abarcar todas as medidas de segurança possíveis”, afirmou Alexander Kellner, diretor do Museu.
“Nós precisamos nos concentrar na parte técnica, resolver o problema técnico, que é resolver aquela instalação e não ficar usando regramentos, leis e pequenas regras que vão surgindo como subterfúgio pra deixar de fazer o que é necessário pra evitar um acidente”, afirmou Geraldo Portela, especialista em gerenciamento de riscos.

Prédios da UFRJ incendiados

Entre 2011 e 2018, a UFRJ teve oito prédios incendiados; já atingiram uma faculdade, um hospital, o alojamento dos alunos e até a reitoria. A capela São Pedro de Alcântara, construída em 1852, foi incendiada em 2011. Até este ano, as obras de restauração ainda não estavam terminadas.
*G1

Escrito por Folha de Noticias SAJ

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