Vídeo: Manno Góes chama Ricardo Chaves de "bunda mole" e comenta apoio de Levi Lima a Bolsonaro


O cantor e compositor Manno Góes, que agora encabeça o projeto "Lê Fulerê" ao lado de Adelmo Casé e Faustão, concedeu uma entrevista ao programa Pauta Livre, na WebTV do BNews, e soltou o verbo. Além de falar sobre os planos para o futuro do novo projeto e sobre seu trabalho à frente da União Brasileira de Compositores (UBC), Manno fez duas críticas ao cantor Ricardo Chaves, com quem já tocou na extinta "Alavontê".
 
Questionado sobre como são resolvidas as discussões políticas no grupo, Manno afirmou: "Eu tô tão feliz de tocar em uma banda sem coxinha, tocar em uma banda sem bolsominion. Está sendo uma realização pessoal estar finalmente percebendo que as pessoas que têm ideias divergentes podem conviver numa boa, agora é muito legal quando a gente converge".
 
Sobre sua saída conturbada do grupo Alavontê, citou o posicionamento do cantor Ricardo Chaves, a quem chamou de "bunda mole" e disse ter "desprezo". "O Ricardo Chaves é muito bunda mole, é um cara que tem muito medo de se expor... Ele simplesmente confundiu a minha participação política fora da banda, como alguém que tem posicionamento, que estava lutando em prol de todos. Eu chamei ele pra banda, e ele me chama pra dizer que estou fora da banda que eu montei. Eu disse: 'tudo bem, vou sair da banda, mas você é um bunda mole'. É o único artista que hoje eu desprezo completamente, ele jamais vai regravar nenhuma música minha. São preços que a gente paga. Acho que foi uma ruptura desonesta, injusta, feita somente por uma pessoa que tinha muito medo que seus companheiros se expusessem".
 
Manno também se pronunciou pela primeira vez na imprensa sobre a postagem de Levi Lima, cantor do Jammil, banda que tem Manno como sócio, onde o artista se posicionou a favor de Bolsonaro e depois voltou atrás: "com muita naturalidade, é um direito dele. Fiquei surpreso, eu não achei que uma pessoa que escreve coisas tão delicadas e bonitas se identifica com uma pessoa que escreve justamente o contrário. O problema na ditadura não era o general, era o guarda da esquina. Então o problema não é só um candidato homofóbico, xenófobo e misógino. O problema são as pessoas que estão saindo do armário com fúria".
Confira o vídeo abaixo na íntegra:  BNews

Escrito por Folha de Noticias SAJ

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