Histórico de violência de DJ pode fundamentar pedido de prisão preventiva, afirma advogada


    A pós João René Espinheira Moreira, 33 anos, conhecido como DJ John Oliver, ter sido acusado de agredir com socos e pontapés a ex-namorada Juliana Galdino, 26 anos, vários casos vieram à tona. Outras mulheres apareceram para denunciar o músico e o BNews teve acesso a inúmeras ocorrências policiais contra o suspeito e o jornal Correio afirmou que ele já responde a quatro processos no Tribunal de Justiça.
    À publicação, a advogada criminal Maria Brito afirmou que cada caso é um caso, mas quando o acusado tem um histórico de violência doméstica, como é o caso do DJ, quando o pedido de medida protetiva é feito, o juiz analisa todo o contexto. “Tanto da situação fática, daquela que está sobre análise desta agressão especifica, como do histórico dele é analisado para poder dimensionar, para poder saber quais as medidas protetivas que ele pode determinar em favor daquela mulher. Esse histórico é analisado pelo juiz, mas fica muito a critério e muito vinculado ao fato específico, mas isso não quer dizer que o juiz não esteja atento ao histórico de violência dessa pessoa”.
    A advogada lembrou, ainda, com as inúmeras ocorrências contra o DJ e os processos que ele responde pode influenciar o juiz a conceder a medida protetiva e seja mais severo com as medidas de constrição dos direitos dele. “Em casos mais graves, pode ser um fundamento de um pedido prisão preventiva dele”. (BNews)

    Escrito por Folha de Noticias SAJ

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