João de Deus e a mulher são indiciados por posse ilegal de armas


    O médium João de Deus e a mulher dele, Ana Keyla Teixeira, foram indiciados pela Polícia Civil por posse ilegal de armas. De acordo com o G1, a informação foi divulgada na manhã desta quinta-feira (10), durante coletiva concedida pela delegada Karla Fernandes, em Goiânia. Ela também anunciou o fim da força-tarefa da corporação criada para investigar as denúncias contra o religioso.
    Ainda segundo a publicação, os inquéritos são enviados para o Poder Judiciário, que abre vista para análise do Ministério Público, que pode oferecer a denúncia, pedir o arquivamento ou solicitar novas diligências policiais. Se houver denúncia, a Justiça pode aceitar ou não da denúncia. Aceitando, ele continua tramitando para que o réu possa ser julgado e condenado ou absovido.
    O médium está preso no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, e já responde por crimes sexuais contra várias mulheres durante atendimentos espirituais que realizava. João de Deus sempre negou os crimes. Sobre as armas, um dos advogados de João de Deus, Alex Neder, disse que o médiu relatou em depoimento à polícia, na cadeia, que as armas eram de pessoas que queriam tentar se matar ou como “garantia” de empréstimos.
    "Em relação aos abusos nós também estamos encaminhando [inquérito] hoje sendo indicado por fato ocorrido em 2016 em que a vítima representou na data correta e reside em São Paulo. Esse inquérito já tinha sido instaurado em agosto do ano passado e está sendo também enviado com indiciamento", informou a delegada.
    A delegada explicou ainda que concluiu outros quatro inquéritos relacionados a crimes sexuais. Porém, nestes casos, foi sugerido o arquivamento.  Conforme a delegada, são três casos de estupro de vulnerável contra pessoas com menos de 13 anos, que ocorreram em 1987, 1989 e 1990. O outro é referente a um caso de 2005, por violação sexual mediante fraude.
    MP e Justiça
    O médium já foi denunciado pelo MP-GO no dia 28 de dezembro por quatro crimes que englobam fatos investigados pela Polícia Civil e pelo próprio MP: dois por violação sexual mediante fraude e dois por estupro de vulnerável.
    Também nesta quarta-feira, o médium se tornou réu na denúncia feita pelo MP-GO pelos crimes de estupro de vulnerável e violação sexual. As informações são do G1. (BNews)

    Escrito por Folha de Noticias SAJ

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