Alice Portugal acusa Bolsonaro de perseguir Rui Costa


    A deputada federal Alice Portugal (PCdoB) aproveitou o ato em defesa do “Lula livre” neste domingo (7) para denunciar uma suposta perseguição do Governo Bolsonaro ao governador Rui Costa (BA). Ela contou que, por atuar na resistência, Rui tem sido um dos gestores "boicotados" pelo presidente da República, o que tem feito com que se esforce para “fazer o governo andar através de recursos próprios, empréstimos e relações internacionais”.
    “Evidentemente, ele [Rui] tem as contradições com a questão do funcionalismo. Há a necessidade de mais diálogo com os movimentos sindical e social, mas é um governador que está de prontidão em defesa da democracia”, acrescentou Alice.
    A deputada ainda lembrou sobre a luta contra a reforma da Previdência proposta pelo Governo Bolsonaro. “Essa proposta é o texto mais cruel que temos conhecimento no Congresso Nacional. Ela tira direitos, atinge as mulheres, os mais pobres, os trabalhadores e os trabalhadores rurais. É, sem dúvidas, fruto deste governo que o mais entreguista dos governos que conhecemos, tem a menor popularidade nos primeiros 100 dias e, lamentavelmente, está impondo a destruição da democracia no país. A luta pela soltura de Lula é justa juridicamente e é necessária para enfrentar as reformas do desgoverno de Bolsonaro e lutar pela reoxigenação democrática”, avaliou a parlamentar. 
    A PRISÃO DE LULA
    Lula foi preso em 7 de abril do ano passado após ter sido condenado a 12 anos e um mês em segunda instância pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em janeiro de 2018, sob acusação de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá, no litoral de São Paulo. 
    Antes ele havia sido condenado em primeira instância a 9 anos e meio pelo ex-juiz Sérgio Moro – hoje ministro da Justiça do governo Bolsonaro. 
    Nas próximas semanas, a 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve julgar um recurso especial da defesa de Lula, cujos argumentos foram monocraticamente rejeitados em novembro do ano passado pelo relator, ministro Felix Fischer. 
    Os advogados do ex-presidente pediram que o STJ avalie se o processo deve ser remetido à Justiça Eleitoral, com base na recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) - o que anularia a sentença dos desembargadores do TRF-4. /BNews 
     


    Escrito por folha

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