“Continuidade da greve a partir de agora cabe exclusivamente aos professores”, avalia Rui


    O governador avaliou a continuidade da greve dos professores nas quatro universidades estaduais baianas (UEFS, UESB, UNEB e UESC), mesmo após a liberação imediata de R$ 36 milhões para investimento após reunião com reitores, como uma decisão que a partir de agora cabe exclusivamente aos professores. 
    “Mas só quero dizer que existe no Brasil uma realidade que grita aos quatro cantos, temos sete estados em calamidade financeira, estados esses que arrecadam o dobro da Bahia, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina. Para a Bahia que é o vigésimo em arrecadação perca pita, já tem sido um esforço enorme para manter as contas em dia, mas cada um é adulto e vai tomando a decisão que achar mais conveniente. Eu não vou insistir e praticar irresponsabilidade fiscal, não entrarei na lista dos devedores, a Bahia não entrará na lista dos que atrasam salários, que não pagam os direitos trabalhistas e as pessoas precisam se dar conta da realidade que estamos vivendo”, reforçou, complementando que a prioridade é continuar pagando aposentados e ativos. 
    Mais além, o chefe do Executivo estadual frisou que se algum esforço tem que ser feito na administração é por aqueles que ganham menos. “E não pelos que ganham R$ 20 mil, R$ 18, R$ 15 em média”, disparou. 
    Rui confirmou ainda, que além da garantia dos R$ 36 milhões, na noite de ontem [segunda-feira] mesmo enviou para a Assembleia Legislativa da Bahia, conforme prometeu,  projeto de lei que redistribui 68 vagas do quadro do magistério da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), gerando a possibilidade para a promoção de até 151 professores. 
    As promoções vão gerar um impacto para os cofres públicos de R$ 2,7 milhões este ano e R$ 3,6 milhões em 2020. Dentre as 151 promoções, um total de 68 professores poderá ser promovido para o cargo de professor adjunto, outros 63 podem promovidos para o cargo de professor titular e 20 para ocupar o cargo de professor pleno.
    Ele elencou também que ficou acordado reuniões periódicas, de forma a destravar eventuais burocracias e formação de grupo para formar laudo de insalubridade “e passar pente fino e ver quem não está recebendo e quem está indevidamente”. /BNews

    Escrito por folha

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