Bahia é o sexto estado com maior número de denúncias de garimpo ilegal


    Os problemas decorrentes do garimpo ilegal são inúmeros, com grande impacto no meio ambiente, além de reflexos nos índices de homicídios e tráfico de drogas dos estados brasileiros. No entanto, a atividade ainda é difícil de ser combatida.
    Por meio de pedido Lei de Acesso à Informação, a Polícia Federal divulgou que foram registrados, em média, 993 inquéritos anuais para apurar a prática de extração mineral ilícita. Os números, coletados pelo BNews, fazem referência às ocorrências entre 2008 e 2018.
    Neste período, a Bahia ocupa a sexta posição no ranking nacional dos estados com mais registros, com média de 60 a cada ano. No total, foram instaurados 655 inquéritos policiais que investigam garimpeiros.
    No top da lista está Minas Gerais, com 2.369 procedimentos, o que significa cerca de 215 investigação todos os anos na tentativa de combater o crime. Em seguida aparecem Rio Grande do Sul (1.117), Espírito Santo (807) e Rio de Janeiro (719).
    Modus operandi
    Produtos indispensáveis ao dia-a-dia dependem da atividade industrial para existir, que, por sua vez, é executada a partir de minérios extraídos do meio ambiente. No entanto, a atividade mineradora e o meio ambiente causam impactos diretos à natureza, uma vez que retiram do solo as matérias primas cedidas às indústrias.

    A extração de pedras é desenvolvida pelo garimpo, por meio do qual é possível se obter ouro, diamante, esmeralda, cassiterita. A garimpagem é, geralmente, de forma tradicional nas margens de rios, porém podem, também, acontecer com a utilização de maquinários, o que produz ainda mais impactos nos ambientes fluviais.
    Operação Trype
    A segunda fase da Operação Trype, a mais recente da Polícia Federal no combate ao garimpo, foi deflagrada nesta segunda-feira (7), no Mato Grosso.

    Na ocasião, um garimpeiro foi morto em confronto com os policiais. A primeira fase da operação, que aconteceu na última semana nas cidades de Juína, Aripuanã, Alta Floresta e Paranaíta, foi motivadas pela apreensão de uma aeronave, carregada com 6,51 kg de ouro, em junho deste ano. / Por: Agência Brasil 

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