CMS: Comissão de Ética arquiva denúncia de Aladilce contra Teo Senna


    A Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal de Salvador (CMS) arquivou a representação da vereadora Aladilce Souza (PCdoB) contra o vereador Teo Senna (PHS/Podemos). A decisão do vereador e Corrgedor Geral, Duda Sanches (DEM), foi publicada no Diário Oficial da Casa, nesta quarta-feira (5).
    Em outubro do ano passado, Teo comparou a edil com a personagem Magda, do humorístico "Sai de Baixo" (TV Globo). Procurado pelo BNews, ele preferiu não se manifestar sobre o caso. "Não quero mais discussões com ela", declarou. Aladilce e Duda não foram encontrados pela reportagem.
    Entenda o caso
    Aladilce atacou o prefeito ACM Neto (DEM), no Twitter, e foi rebatida pelo vereador governista. A edil comentou uma postagem do gestor, que rechaçou na rede social a defesa da volta do AI-5 por parte do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). "A defesa intransigente da democracia está no DNA do Democratas. Condenamos e combateremos qualquer tentativa de ameaça à liberdade política e ao pleno funcionamento das instituições do nosso país", escreveu Neto.

    Nos comentários, a comunista disse que o prefeito estaria "renegando" o passado do avô, Antonio Carlos Magalhães (1927-2007). "Menos, prefeito... Assim você renega a história do seu avô, que ganhou de presente a prefeitura de Salvador e o governo da Bahia por apoiar a Ditadura. Enquanto ele e o DNA do DEM faziam carreira política durante o regime, meus aliados eram mortos e torturados graças ao AI-5", escreveu Aladilce.
    Após o comentário repercutir na rede social, o vereador Téo Senna rebateu a declaração, por meio de nota. “Aladilce muitas vezes lembra a personagem Magda, do antigo programa humorístico Sai de Baixo. No momento em que todas as vozes democráticas do Brasil se lançam contra a infeliz declaração de Eduardo Bolsonaro, ela não poderia perder a oportunidade de dizer também uma frase infeliz”, declarou, acrescentando que o prefeito ACM Neto tinha apenas nove anos quando a Constituição de 1988 foi promulgada e que, portanto, não fez carreira política durante a Ditadura. /BNews,
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