Após divergências, diretor da linha de frente do Ministério da Saúde deve deixar cargo


    O núcleo central do Ministério da Saúde de combate ao novo coronavírus sofreu uma baixa, nesta quarta-feira (25), com o pedido repentino de afastamento feito por Júlio Croda, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis da pasta.
    Ele está de férias até o começo de abril, mas não deverá retornar ao trabalho após divergências com o chefe, o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson de Oliveira.
    Croda chegou a participar de algumas entrevistas coletivas sobre o tema ao lado do chefe direto e do próprio ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Por meio de nota oficial, o ministério informou apenas que ele está de férias.
    No entanto, chama atenção que o afastamento dele tenha acontecido exatamente no momento em que a Secretaria de Vigilância em Saúde concentra esforços no combate ao coronavírus. Não é novidade que a condução da crise por parte do Ministério da Saúde tem incomodado o presidente Jair Bolsonaro, que declarou ter visto certo exagero nas ações. /Por: Agência Brasil 

    Escrito por folha

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