Nenhum dos militares nomeados para o Ministério da Saúde tem formação médica


    Um processo de militarização desde a substituição de Luiz Henrique Mandetta por Nelson Teich, o Ministério da Saúde passa por uma grande reformulação. Mais 12 militares foram nomeados pelo general e ministro interino, Eduardo Pazuello e, curiosamente, nenhum deles tem formação médica.
    Segundo informações da Época, o Ministério da Saúde não explicou porque nenhum dos novos servidores é um oficial médico. Em nota, a pasta limitou-se a dizer que a “estratégia de resposta” à COVID-19 não foi “prejudicada”. 
    "Cabe ressaltar que a estratégia de resposta brasileira à COVID-19 não foi prejudicada em nenhum momento. As ações de atenção à saúde, aquisição de insumos e equipamentos continuam sendo adotadas e reforçadas pela pasta a partir de necessidades da população, bem como todas as políticas públicas de saúde”, diz o ministério.
    Os militares nomeados foram: 
    - coronel Antônio Élcio, para secretário-executivo substituto;
    -  tenente-coronel Reginaldo Machado, para diretor do Departamento de Gestão; 
    - coronel Luiz Otávio Franco Duarte, para assessor especial;
    - tenente-coronel Marcelo Duarte, para assessor do Departamento de Logística;
    - subtenente de infantaria André Botelho, para coordenador de contabilidade;
    - major Ramon Oliveira, para coorndenador de Inovações de Processos;
    - subtenente Giovani Cruz, para coordenador de Finanças do Fundo Nacional de Saúde;
    - tenente-coronel Marcelo Pereira, para diretor de programa;
    - tenente-coronel Vagner Rangel, para coordenador de execução orçamentária;
    - major Angelo Martins, para diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS;
    - tenente Mario Costa, para a Subsecretaria de Planejamento e Orçamento;
    - capitão Alexandre Magno, para assessor. / Por: Erasmo Salomão/MS 
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