Eike Batista é condenado a dez anos e 11 meses de prisão


    O empresário Eike Batista foi condenado a dez anos e 11 meses de prisão em regime semi aberto por manipular o mercado de capitais. A decisão e da juíza Rosália Figueira, da Justiça Federal do rio de Janeiro.
    A aventura de Eike na fracassada OGX, sua empresa de petróleo motivou a condenação. De acordo com a juíza Rosália, sua condenação refere-se "à estimativa de bilhões de barris de petróleo potencialmente extraível em poços, ainda em fase de perfuração (...) de áreas do pré-sal localizadas na Bacia de Campos e de Santos". Essas áreas, que pertenciam à época à OGX "foram, posteriormente, devolvidas à ANP, sem produzir sequer uma gota de óleo".
    Para a juíza, a motivação de Eike era  o "lucro fácil ainda que em prejuízo da coletividade, com desdobramentos inimagináveis no plano interno e externo, "acreditando” em seu poder econômico e na impunidade que grande mal tem causado à sociedade brasileira". E as consequências do que Eike perpetrou eram "extremamente reprováveis, haja vista que o réu ao operar à margem das normas reguladoras, impôs intenso risco" e "levou os investidores a acreditar no propalado sucesso dos papéis da OGX".
    Também foram condenados na mesma sentença o ex-presidente da OGX, Paulo Mendonça, que Eike chamava de "Mister Oil", e o ex-diretor da OGX Marcelo Torres.  / Por: Reprodução 
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