Fábio Vilas-Boas pede proibição de guerra de espadas: "Ato de vandalismo"

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    O secretário de Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, alertou para o risco das tradicionais guerras de espadas no interior da Bahia, após imagens da prática em diversas cidades circularem nesta terça-feira (23).
    Vilas-Boas reconhece que a guerra é uma "tradição baiana", mas que com as informações disponíveis hoje em dia é preciso barrar prática junina: "É um ato de vandalismo [...] deveria ser considerado crime".
    Em entrevista à Rede Bahia, o secretário lembrou a sua experiência como estudante de Medicina em estágios em municípios onde a guerra de espadas é um hábito local, como Cruz das Almas e Senhor do Bonfim.
    Ele alertou ainda para o perigo da fumaça gerada, que inflama as vias aéres, sendo ainda mais arriscado em tempos de crise de Covid-19, que pode atacar justamente o sistema respiratório.
    "Tive a oportunidade de ver de perto como é a guerra de espadas, alto risco. Tem que ir de capacete, casaco de couro, duas calças jeans, um abiente de fumaça terrível que irrita as vias aéreas e nessa época de Covid é extremamente prejudicial ao pulmão [...] o hospital em Santo Antônio de Jesus sempre cheio de queimados, pessoas com sequelas de espadas. Rogo para que haja repressão, que seja proibido e reprimido de forma ostensiva pelas cidades", apelou o secretário.(Luiz Felipe Fernandez)
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