Vídeo: Deputado Alden é acusado de invadir hospital de campanha armado; assessoria nega



    O deputado estadual Capitão Alden (PSL) é acusado de invadir o hospital de campanha montado no Hotel Riverside, em Lauro de Freitas, nesta quarta-feira (17).
    O parlamentar bolsonarista teria entrado nas dependências da unidade de saúde destinada a pacientes com Covid-19, com assessores e seguranças armados, de acordo com informações da Secretaria de Saúde do Estado.
    O BNews entrou em contato com a assessoria do deputado, que negou a invasão e disse não passar de uma "fake news". De acordo com a assessoria, Alden teria ido ao hospital "fiscalizar" os investimentos do Governo do Estado, após receber denúncias de irregularidades. Ele teria procurado o diretor do hospital, que não estava, e ficou aguardando no pátio junto com os seus assessores.
    Quanto à acusação de que o deputado e os seguranças estariam armados, a assessoria também nega e questiona a existência de vídeos ou fotos que comprovem o fato. Procurado, o deputado não atendeu às ligações nem respondeu às mensagens até a publicação da matéria.
    A assessoria reforça que é papel de deputados e vereadores, o acompanhamento dos gastos do Executivo, e que Alden é cobrado pelos seus eleitores nas redes sociais. Sobra qual denúncia estaria apurando, a assessora limitou-se a dizer que prefere não adiantar nenhum detalhe antes que sejam apuradas as informações.
    Em live transmitida na última quinta-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro incitou a população a invadir hospitais que tratam pacientes com Covid-19 para verificar se os leitos de UTI estão sendo utilizados. "Arranja uma maneira de entrar e filmar. Muita gente vem fazendo isso, mas mais gente tem que fazer", disse.
    A assessoria do deputado, no entanto, afirmou que a fala do presidente não foi um incentivo ao ato de Alden, que na verdade responde a um anseio dos seus apoiadores.
    Em vídeo enviado por leitores, o deputado diz que vai cumprir o seu "papel" e repete que irá filmar a ação. "Pode chamar quem você quiser", diz.
     Um funcionário, chamado por Alden de "terceirizado", diz que não autoriza a veiculação da sua imagem, mas o parlamentar insiste e diz que a gravação será editada. / Por: Vagner Souza/BNews 
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