Rio de Janeiro fecha dois únicos hospitais de campanha para tratamento do coronavírus


    O governo estadual decidiu fechar, nesta sexta-feira (17), os dois únicos hospitais de campanha do Rio de Janeiro para tratamento de infectados com o novo coronavírus, sendo eles: o Maracanã, localizado na Zona Norte do Rio, e o de São Gonçalo, na Região Metropolitana. Segundo O Globo, funcionários da unidade do Maracanã disseram que foram surpreendidos e que os pacientes terão que ser transferidos para outros hospitais ainda nesta sexta-feira. 
    Ainda de acordo com a publicação, os 26 pacientes serão transferidos do Maracanã para o Hospital Universitário Pedro Ernesto, o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla e para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas. Já os oito pacientes de São Gonçalo, sendo sete de UTI, serão tratado no Instituto Estadual do Tórax Ary Parreira e no Hospital Municipal Luiz 
    Palmier. As informações são da Secretaria de Saúde.  

    A Secretaria estadual de Saúde classificou o fechamento de "preventivo", pois o contrato da Organização Social (OS) Iabas com os funcionários acaba neste sábado, informação que teria sido recebida no dia 14. Segundo a secretaria, a Fundação Saúde vai ceder profissionais para atuar nas unidades para onde os pacientes estão sendo transferidos. Questões trabalhistas serão resolvidas pela OS. 
    Crise na saúde 
    Com a decisão, o hospital de São Gonçalo fecha as portas antes de completar um mês, que aconteceria neste sábado (18). Vale ressaltar que essas unidades de saúde são protagonistas em investigação, de desvios de recursos tanto para a compra de equipamentos quanto para a montagem das instalações, de três operações que envolvem as polícias Federal e Civil, os ministérios Público Federal e Estadual. 
    Nessa crise da área de saúde do estado, o ex-secretário Edmar Santos e dois subsecretários estão presos por suspeita de desvios de recursos. Além disso, na Operação Placebo, os agentes federais cumpriram mandados de busca e apreensão no Palácio Laranjeiras, residência do governador Wilson Witzel, e apreenderam documentos e celulares de Witzel e da primeira-dama.

        Por: Divulgação/Governo do Rio de Janeiro 
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