Após divulgar dados de criança grávida, contas da extremista saem do ar


    As contas no Instagram e no YouTube da militante de extrema direita, Sara Giromini, autointitulada Sara Winter, estão inacessíveis nesta terça-feira (18), após a extremista ter divulgado dados de uma criança de dez anos estuprada e que precisou realizar um aborto.

    Nesta segunda-feira (17), a Justiça do Espírito Santo determinou que os posts em que a criança era exposta fossem tirados do ar."O vídeo em questão foi removido por violar nossas políticas ao promover potenciais danos a pessoas no mundo offline de forma coordenada", disse um porta-voz do Facebook.

    No domingo (16), o corregedor nacional de Justiça, Humberto Martins, instaurou pedido de providências para que o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJ-ES) preste informações a respeito das providências adotadas pelo judiciário local no tocante ao caso da criança. Martins determinou no último sábado (15) que a presidência do TJ-ES preste informações sobre o episódio dentro de até 48 horas.

    De acordo com o blog Tilt no UOL, a remoção da conta não partiu do Instagram, apenas a retirada dos posts em que os dados da criança eram divulgados. Ainda não se sabe se a própria militante optou por apagar ou a conta sofreu algum tipo de ataque.

    Ainda segundo o blog, a conta da extremista no YouTube foi retirada pelo próprio Google por ter infringido normas do site.

    "O YouTube tem políticas rígidas que determinam os conteúdos que podem estar na plataforma e encerramos qualquer canal que viole repetidamente nossas regras. Aplicamos nossas diretrizes de forma consistente e independente de ponto de vista. Apenas no primeiro trimestre de 2020, encerramos globalmente mais de 1,9 milhão de canais da plataforma. No mesmo período, no Brasil, removemos mais de 480 mil vídeos que desrespeitam nossas políticas", afirmou o Google em nota.

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