Craque do Athletico-PR é acusado de agressão e maus tratos aos filhos de 9 e 4 anos



    Um dos grandes nomes do elenco do Athletico Paranaense, Lucho Gonzalez vive uma situação, no mínimo delicada, fora dos gramados. O argentino está sendo acusado por sua ex-mulher, de agressão e maus tratos aos filhos do casal, que é separado desde 2017 e tem a guarda compartilhada das crianças.
    Segundo informações divulgadas pelo colunista Leo Dias, do site Metrópoles, Andreia Marques registrou dois boletins de ocorrência no Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítima de Crime (NUCRIA), em Curitiba, contra Lucho e sua atual namorada, Khawana Zangiski.
    No primeiro boletim de ocorrência, registrado no dia 13 de agosto, Andreia relata que Lucho bateu e arrastou o filho de 9 anos, e, após a agressão, trancou o menino e a irmã, de 4 anos, em um quarto escuro, sem dar água ou comida para as crianças desde a noite até a manhã do dia seguinte. O pai ainda teria ameaçado o filho de que ele seria castigado se contasse o que aconteceu para a mãe. / Por: Divulgação 
    O segundo registro, feito no dia seguinte contra Khawana, relata que a atual namorada de Lucho transportou as duas crianças na caçamba de uma caminhonete em alta velocidade no dia 1º de agosto, quando o jogador não estava presente devido a compromissos profissionais. Khawana chegou a postar um vídeo do momento em suas redes sociais, no qual ela aparece bebendo uma bebida alcoólica.

    De acordo com a publicação, essa não é a primeira vez que a ex-mulher tem problemas com Lucho. Andreia chegou a entrar com pedido de medida protetiva contra o jogador em 2017, logo após a separação. Ela também relata que sofre constantes ameaças vindas do ex-marido. “Ele me ameaça por tudo, se conheço alguém, se namoro, se saio para balada. Tudo que já ameaçava quando ainda era casada: que vai tirar meus filhos, que vai me matar, que vai sumir com as crianças e nunca mais vou ver”, afirma.
    Ainda segundo o colunista, o casal tem a guarda compartilhada das crianças devido a uma decisão provisória determinada há mais de dois anos, mas ainda briga na Justiça pela decisão definitiva. “Elas deveriam ficar uma semana com cada um, mas raramente ficam com o pai pelos compromissos que ele tem. Ele passa meses sem vir pegar nem ligar para falar com eles. Mas, se me recuso a entregar – até porque as crianças não querem ir com o pai – ele vai na Justiça alegar alienação parental”, diz Andreia.
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