'Se Cunha e Geddel fossem deputados, Bolsonaro iria cooptar', diz Major Olímpio


    O senador Major Olímpio (PSL-SP) criticou nesta sexta-feira (14) a escolha do deputado Ricardo Barros (PP-PR) para a liderança do governo Jair Bolsonaro (sem partido) na Câmara. O parlamentar pepista é acusado de receber R$ 5 milhões em propina da empreiteira Galvão Engenharia.
    “[Jair] Bolsonaro quer aumentar a base parlamentar, não interessa como. Se Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima voltassem a ser deputados hoje, ele ia cooptar e querer junto. O nome político é governo de coalização, mas o velho apelido é ‘toma lá, dá cá’”, disparou Olímpio.
    À Revista Época, também nesta sexta, o senador do PSL disse ser "impossível" um retorno do presidente da República ao partido, hipótese levantada pelo próprio Jair Bolsonaro durante uma live nesta quinta-feira (13).
    "Quem disse a ele que o PSL o quer de volta? É uma reconciliação impossível e, se a maioria do PSL tiver vergonha na cara, não o aceita. Mais fácil o PSL aceitar a filiação do Lula", respondeu. 

     Por: Jane de Araújo/Agência Senado 
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