Colbert defende PPP’s para ampliar acesso à saúde em Feira de Santana


     O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho (MDB), que tenta se reeleger este ano, afirmou que caso permaneça como líder do Executivo do município, buscará parcerias público-privadas para ampliar o acesso à saúde na cidade.

    Para o emedebista, hoje o município não precisa construir outro hospital público com recursos próprios, como é o caso do Hospital da Mulher, construído no mandato do seu pai, Colbert Martins, em 1992. 

    Apesar da unidade atender exclusivamente mulheres, o atual prefeito diz que é preciso que os hospitais estaduais, como o da Criança e o Clériston Andrade, tenham mais “integração” com a rede do município. “Atuam de maneira isolada”, alega.

    “Feira tem hospital municipal há 28 anos, o Hospital da Mulher, feito na gestão de meu pai e funcionando muito bem [...[ temos que ver que serviços médicos-hospitalares podemos melhorar para ampliar o acesso à saúde [...] precisamos de uma integração muito mais forte com o governo do Estado, que age de forma isolada”, explicou Colbert em entrevista ao BNews, durante passagem da equipe pela cidade para cobertura da Eleição.

    O ex-deputado reconhece na figura de Zé Ronaldo (DEM) um importante aliado político, que conhece o dia-a-dia da cidade e tem forte atuação na região. No entanto, não crê no potencial de cabos eleitorais do cenário político nacional.

    Para o emedebista, a eleição municipal sempre priorizará as propostas que visam a melhoria da cidade para os moradores, e que a projeção do resultado deste ano para o pleito de 2022 é uma articulação alimentada pela imprensa.

    Caso continue à frente da Prefeitura em 2021, Colbet admite que precisará voltar a atenção aos desafios do cenário pós-pandemia de Covid-19, que vitimou até o momento 220 pessoas na cidade. 


    Além das consequências na área da saúde, ele destaca as mudanças na educação, impactada negativamente com a necessidade de distanciamento social. De acordo com o prefeito, este ano muitos estudantes vivenciaram um “apagão educacional” que prejudica toda uma geração.

    “Esse ano temos um apagão educacional gravíssimo. Toda geração que entrou na escola esse ano, não estudou praticamente nada, as creches não abriram, o Fundamental II, que vai para o ensino médio, não concluiu”, lamenta. 

    “O futuro da escola é parcialmente presencial, não totalmente, temos que nos preparar para aulas à distância, com computadores suficientes e conteúdos a serem modificados”, completou.

    Diante da perda de arrecadação do município com a crise economia agravada pela Covid-19, o prefeito garante que se for reeleito não medirá esforços para buscar recursos para a cidade. Se precisar sentar com o governador Rui Costa (PT), não será um problema, já que segundo Colbert eles mantém um “diálogo aberto”.

    Como exemplo, Colbert cita a assinatura de um contrato do Governo do Estado com a Embasa, que vai cobrir em até 95% a rede de esgoto de Feira de Santana.

    Em Brasília, além de apelar ao presidente Jair Bolsonaro, contará com a ajuda de antigos colegas parlamentares, do tempo em que era deputado federal.

    “A relação com o governador tem sido ampla e aberta, assinamos contrato com a Embasa, graças ao entendimento que nós temos, independente de que lado estamos, nada atrapalhou [...] em Brasília, tivemos grande ajuda do Governo Federal, não só na saúde e vamos ter novas ações”, reflete.   /Por: Divulgação/Assessoria  Por: Luiz Felipe Fernandez 

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