Bruno Reis descarta aulas presenciais: "com os números da forma com que estão, não há como retomar a educação"


     O prefeito de Salvador, Bruno Reis, explicou que ficou decido, após uma reunião com o governador Rui Costa (PT) e com a UPB e prefeitos, que contou com a participação do secretário de educação, Jerônimo Rodrigues e de Saúde, Fábiuo Villas Boas, que o estado não tem condições de promover o retorno das aulas de forma presencial. 

    "Nós vamos estabelecer critérios objetivos para retomar de educação, todos nós queremos a retomada educação, ficou evidente ontem na reunião. Mas todos também tem a noção de que com os números da forma com que estão, não há como retomar a educação neste momento; porém, vamos manter o combinado e na terça-feira a gente volta a se reunir. Ontem fechamos os protocolos; e também não adianta voltar educação de faz de conta, tem muitos lugares que voltaram, aí sem obrigatoriedade do professor se relacionar, sem o aluno precisar ir para sala de aula. A gente quer voltar de verdade. Esse é um consenso entre prefeituras e governos estaduais. Os protocolos foram validados nessa reunião para retomada da educação", destacou Reis. 

    Volta às aulas

    O chefe do executivo da capital confirmou que as aulas municipais retornam no dia 22 de fevereiro, mas de forma virtual e remota. O gestor revelou que o retorno das aulas de forma presencial será feito de forma escalonada entre alunos, seguindo uma série de protocolos.

    "Vai voltar de forma híbrida: 50% dos alunos vão segunda, quarta e sexta. 50% vão de terça, quinta, e muito provavelmente ao sábado; e depois na semana seguinte inverte. Respeitando aí todos os protocolos que nós definimos. Então com aferição de temperatura na chegada da escola. Critérios para utilização dos espaços da escola, higienização permanente, desde o consumo da merenda a aula que será ministrada pelo professor existem protocolos já definido", reforçou Reis. 

    Bruno Reis afirma que mesmo após o retorno das aulas presenciais, os números de contaminação pelo novo coronavírus e de óbitos serão levados em conta para manutenção das atividades de forma presencial. Ele destacou que na semana que vem terá uma reunião com o Ministério Público, Defensoria Pública e com membros da APLB para discutir o retorno presencial da educação.  / Por: Dinaldo Silva BNews 

     

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